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Inês Tafula do ADN considera um “crime” o Hospital Compaixão encontrar-se fechado

14 de Janeiro 2022 Jornal Campeão: Inês Tafula do ADN considera um “crime” o Hospital Compaixão encontrar-se fechado

Inês Tafula, cabeça de lista do ADN pelo círculo eleitoral de Coimbra, nas próximas eleições legislativas, fez-se acompanhar pela comitiva do partido numa visita à Fundação ADFP, em Miranda do Corvo.

Sobre o trabalho desenvolvido pela Fundação ADFP, a secretária-geral do partido diz que conseguiram “confirmar o trabalho insigne da Fundação ADFP na área social. Uma Fundação que está ao mesmo nível de excelência e profissionalismo, de outras fundações renomeadas do nosso país, tais como a Fundação Calouste Gulbenkian, a Fundação Champalimaud e a Fundação Serralves, com a particularidade não menos importante de ser já uma marca do distrito de Coimbra, levando assim o nome de Miranda do Corvo além-fronteiras”.

Inês Tafula defende ainda que, “a Fundação que se continua a expandir logisticamente bem ordenada e estruturada, consegue dar resposta a todas as necessidades que os seus utentes necessitam, desde os mais idosos, aos mais novos, não esquecendo pessoas com deficiência e/ou com doença mental, apoiando doentes crónicos, mulheres grávidas ou com filhos, vítimas de maus tratos, refugiados e sem-abrigo, promovendo e acautelando a formação profissional e a realização pessoal de toda a comunidade”.

Após visitarem as instalações do Hospital Compaixão, propriedade da Fundação ADFP, que se encontra fechado por não conseguir os acordos de cooperação com o Estado, refere que já acompanham “o caso em questão há algum tempo, não podemos deixar de considerar que a insistência na revogação da abertura do hospital, se trata de um “crime” que abrange todos os mirandenses, mas não só: todos os habitantes do distrito de Coimbra e todos os portugueses em geral. Não se pode conceber, que num país e principalmente num distrito, envelhecido e com falta de transportes públicos que atendam às necessidades dos cidadãos, que necessitam de apoios na área da saúde, com extensas listas de atraso para a realização de cirurgias e exames médicos, uma instituição de saúde dotada de material hospitalar de última geração, se mantenha encerrado e por consequência inutilizado”.

Refere também, que “na Fundação ADFP, as pessoas portadoras de deficiência estão completamente inseridas, conseguindo a instituição, para além de promover a sua formação profissional e social, através de cursos que estão ao seu dispor, acabando por também os incluir, nos diversos serviços e projetos, conseguindo desta forma, promover a sua autonomia e independência, dando exemplos como, a cafetaria Museu do Mel, o Restaurante Museu da Chanfana, a D’Natureza Cosméticos, e a Adega.

Sobre a multiplicidade de áreas de actuação da Fundação ADFP, diz ser “uma Fundação, IPSS sem fins lucrativos, que ao longo dos seus 34 anos, tem vindo a servir a comunidade de forma impar, premiada pela excelência dos seus múltiplos serviços, que ao longo de toda a sua existência, consegue ajudar portugueses de Norte a Sul do país e estrangeiros, oriundos de vários pontos do mundo, acudindo às suas múltiplas necessidades, sejam elas doença, dificuldade financeira ou cariz social, muitas vezes negadas por outras instituições.  Para além, do compromisso e génese inicial da Fundação, a instituição está aberta a toda a comunidade proporcionando diversas ofertas, que vão desde a gastronomia, cultura, turismo, natureza, entre outros”.