A Académica/OAF, proprietária da entidade recém-promovida à II Liga do futebol português, acaba de perder uma batalha judicial inerente à não homologação do seu plano de insolvência.
A proprietária da Académica – SDUQ indicou, em comunicado, que “o foco da Direcção mantém-se inalterado: recuperar a estabilidade e o prestígio histórico” do clube, tanto na vertente desportiva como no seu plano institucional.
“Reagir à decisão judicial através dos competentes recursos e meios legais ao seu dispor” é o propósito do Organismo Autónomo de Futebol da AAC.
Por se tratar de um “decisão passível de reapreciação judicial” – a não homologação do plano de insolvência por parte do Juízo de Comércio de Coimbra – “esta sentença constitui uma fase específica no âmbito das negociações com os credores, a qual em nada altera os pressupostos iniciais do projecto, mantendo a Direcção a plena convicção jurídica num desfecho final favorável”, alega a Briosa.
O advogado e presidente da Mesa da Assembleia Geral da AAC/OAF, Nuno Teodósio Oliveira, disse ao “Campeão” que a reacção da Briosa consiste em recorrer para o Tribunal da Relação de Coimbra ou apresentar uma rectificação do plano de insolvência.