Foi inaugurado no sábado, dia 7, no Largo da Feira Velha – Arneiro de São João – Maiorca, pelo presidente da Junta de Maiorca, Rui Ferreira, e pelo presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, o espaço «MaYorca», que tem como objectivos a divulgação do Arroz-Doce de Maiorca e a promoção do Arroz Carolino do Baixo Mondego.
O espaço, que irá abrir todos os sábados, das 10h00 às 13h00, até final do mês de Setembro, irá promover a venda de arroz-doce confeccionado pelas associações locais, em sistema rotativo (a cada fim de semana, será efectuado por uma associação diferente), é para Rui Ferreira, também “uma forma de apoiar e valorizar as nossas associações”.
Para o autarca maiorquense “a base fundamental deste projecto, é ter uma forma de fazer chegar o produto ao cliente final”. O mesmo espera que este “venha a perdurar”.
Rui Ferreira expressou orgulho no arroz-doce de Maiorca e advogou que “se não promovermos o que é nosso, o que temos de mais diferente, de mais característico, perdemos oportunidades”.
O presidente da Junta agradeceu ao Município da Figueira da Foz o trabalho que tem vindo a desenvolver na promoção do arroz carolino da Figueira da Foz.
Já o presidente da Câmara Municipal lembrou que no início do mandato referiu que achava que “a Figueira não tem noção, de facto, da excelência do arroz-doce que tem”, talvez por “estarem habituados”, mas referiu que quem não tem habitual contacto com o mesmo “fica estupefacto”, motivo pelo qual a autarquia entendeu fazer um concurso de arroz-doce e também o promoveu, a par do sal, na Bolsa do Turismo de Lisboa deste ano.
O autarca considerou o local escolhido para a implantação do espaço «Mayorca» “bonito, inspirador, central” e sublinhou a falta de noção dos figueirenses, em geral, da importância que o concelho da Figueira tem na produção do arroz carolino. Pedro Santana Lopes lembrou que cerca de dois terços da produção de arroz carolino do Baixo Mondego tem a sua origem no concelho e que “isso é uma força grande, uma força pela qual temos que puxar, continuar a promoção”, que foi iniciada recentemente, mas que que tem de fazer “parte da identidade do nosso concelho”.