Coimbra  17 de Abril de 2026 | Director: Lino Vinhal

Semanário no Papel - Diário Online

 

Estudante de Coimbra preside ao órgão Fiscal do Conselho Nacional de Juventude

16 de Abril 2026 Jornal Campeão: Estudante de Coimbra preside ao órgão Fiscal do Conselho Nacional de Juventude

Rui Morais, estudante de Gestão no Instituto Superior Miguel Torga (ISMT), em Coimbra, foi eleito presidente do Conselho Fiscal do Conselho Nacional de Juventude (CNJ).

A eleição decorreu durante a Assembleia Geral da organização realizada na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, no âmbito da renovação de órgãos para o mandato 2026-2028.

O Conselho Nacional de Juventude, criado em 1985 e reconhecido pela Assembleia da República, é a principal plataforma de representação da juventude em Portugal, reunindo organizações partidárias, estudantis, culturais e associativas. Aos 22 anos, assume funções como o elemento mais jovem eleito para os órgãos do CNJ no actual mandato.

Rui Morais exerce funções como presidente da Direcção da Associação de Estudantes do Instituto Superior Miguel Torga (AEISMT). Sob a sua liderança, a associação tem reforçado a sua intervenção no sector do ensino superior, um trabalho que contribuiu para a sua eleição como presidente da Federação Nacional do Ensino Superior Particular e Cooperativo (FNESPC), estrutura representativa do setor Particular e Cooperativo em Portugal.

O estudante, natural da Lousã, construiu o seu percurso no associativismo em diferentes áreas, incluindo o associativismo juvenil, estudantil, cultural e social, assumindo um papel ativo na representação de estudantes e jovens e na participação em processos de decisão e intervenção com impacto no sector.

Paralelamente, esteve envolvido em organizações e projectos de valorização do território, com particular enfoque no interior do país, assumindo intervenção em matérias de coesão territorial e na afirmação da participação jovem fora dos grandes centros urbanos.

Relativamente às novas funções, Rui Morais aponta como prioridade o reforço da consistência institucional do CNJ. O presidente eleito do Conselho Fiscal defende um acompanhamento do funcionamento da instituição que garanta rigor nos processos e equilíbrio entre os diferentes órgãos, afirmando que a credibilidade interna é determinante para a influência da organização no debate político.