A Brisa sugere aos automobilistas a utilização de alternativas à interrupção da auto-estrada no sentido Norte-Sul junto ao nó de Coimbra Sul, ao quilómetro 191, através do corredor A8/A17/A25 ou o IC2.
A concessionária admitiu que, “não sendo possível, neste momento, estimar o prazo de conclusão das obras de reparação”, está empenhada em “minimizar transtornos” e que “poderão ser usadas como vias alternativas o corredor A8/A17/A25 ou o IC2”.
A BCR – Brisa Concessão Rodoviária confirmou o abatimento de parte do pavimento da plataforma da A1, no sentido Norte-Sul, na sequência da rutura de um dique do Rio Mondego, e explicou que o abatimento ocorreu “cerca de três horas após o corte total da A1, feito de forma preventiva, no sublanço de Coimbra Norte e Coimbra Sul – entre os KM 198 e KM 189 – e não representou, em nenhum momento, qualquer risco para utilizadores e trabalhadores”.
A rutura na infra-estrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excepcional de mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo, explica ainda a concessionária.
A Brisa fez saber que está a monitorizar o desenvolvimento da situação desde o dia 2, “com vistorias permanentes, e tem no terreno, neste momento, mais de 30 operacionais”, estando a trabalhar em coordenação com as várias instituições no âmbito da proteção civil e autoridades nacionais e locais.
A A1 foi preventivamente encerrada pouco depois das 18h00 de quarta-feira em Portugal continental, nos dois sentidos, no sublanço entre Coimbra Norte e Coimbra Sul, na sequência da rutura do dique que canaliza o Rio Mondego.