Quando Olga Filipova, uma ucraniana de 44 anos, chegou a Portugal, em 2001, fê-lo movida por razões simples: estudar e acompanhar um namorado ucraniano que vinha trabalhar para o país. Coimbra foi o destino escolhido. O que não estava nos planos era que essa viagem mudasse definitivamente o rumo da sua vida. Pouco de pois de chegar, engravidou. Decidiu ficar e fazer o curso de engenharia informática. Portugal tornou-se casa.
Artigo para ler, esta quinta-feira, na versão impressa do “Campeão das Províncias”