Durante décadas, Portugal foi um país onde a casa própria era vista como um direito natural e essencial. No entanto, essa realidade tem vindo a desaparecer. Hoje, ter um teto estável e acessível tornou-se um luxo para muitos. As rendas disparam, os salários estagnam, os despejos aumentam e as cidades mudam de mãos a uma velocidade assustadora.
Artigo para ler, esta quinta-feira, na versão impressa do “Campeão das Províncias”