Que têm em comum pequenas partículas que transportam substâncias bioactivas, novos plásticos à base de celulose e mudanças no código de softwares que reduzem o gasto de energia dos computadores? Todas são descobertas nascidas das iniciativas de mobilidade internacional promovidas pela Universidade de Coimbra (UC). A promessa – e realidade – por trás do Erasmus e de outros programas do género é simples: quando pessoas, ideias e métodos circulam, a ciência acelera.
Artigo para ler, esta quinta-feira, na versão impressa do “Campeão das Províncias”