Para surpresa de muitos, dois administradores executivos da Metro Mondego, vogais do Conselho de Administração, foram demitidos e substituídos por dois novos elementos na Assembleia Geral realizada na terça-feira, por proposta do accionista Estado (o Governo). Para além de os dois administradores, Eduardo Barata e Teresa Jorge, terem sido destituídos sem fundamento, apenas com a alegação da “especial conveniência de serviço”, espanta também o facto de isto ter ocorrido a apenas três meses de terminarem o mandato e numa altura em que o Metro Bus começou a funcionar em Coimbra.
Artigo para ler, esta quinta-feira, na versão impressa do “Campeão das Províncias”