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Santana Lopes quer Figueira da Foz território de paz e mais literacia tecnológica

25 de Junho 2025 Jornal Campeão: Santana Lopes quer Figueira da Foz território de paz e mais literacia tecnológica

O Centro de Artes e Espectáculos foi palco da sessão solene do Dia da Cidade e da entrega de distinções honoríficas a entidades e personalidades diversas, promovida pela Câmara Municipal da Figueira da Foz, no dia de São João.

Pedro Santana Lopes, eleito pelo Movimento Figueira a Primeira, defendeu a ideia de que “tendo em conta a realidade do país, a Figueira tem de ser desde há muitos anos gerida, tratada, olhada e por ela se lutar como uma região autónoma.” O mesmo frisou que é necessário “lutar por vezes pela sua presença”, por muita solidariedade que os órgãos intermunicipais demonstrem, que não nega e reconhece.

O edil figueirense lembrou o “momento singular, excepcional” que o concelho está a viver ao nível de investimentos e obras”, o qual considera que se conjuga não devido a si, nem a quem o antecedeu, mas sim “por força da providência e por causa da natureza”, que dotou a Figueira com a maior plataforma para instalação das eólicas offshore.

Para Santana Lopes todo este trabalho surge “sobre a égide daquele que será talvez o maior feito que a Figueira da Foz conseguiu nestes quatro anos”, que para si é o “pano de fundo de tudo”. O “nascimento do campus universitário da Universidade de Coimbra”, sobre a liderança e orientação do Reitor Amílcar Falcão, que reconheceu ser a pessoa certa para ter o “rasgo” e a “ousadia” necessárias ao surgimento do Campus.

O autarca salientou que os tempos são “muito desafiantes” na área das tecnologias e que “o sector da educação lidera o salto para o progresso que é exigido pelos tempos que vivemos”. O presidente da autarquia figueirense referiu que “vamos viver tempos de revolução imensa”, nomeadamente a propósito da Inteligência Artificial e de todo “um mundo novo que está à porta”, não só à nossa como dos empresários. A finalizar a sua intervenção, Pedro Santana Lopes, defendeu que “no tempo que o mundo vive, mal fica aos presidentes de Câmara, aos autarcas, cidadãos que amem a vida não declararem que os seus territórios são terras de paz”.

Este ano, o Município da Figueira da Foz distinguiu um total de 19 personalidades e entidades que se destacaram pelos notáveis serviços prestados ao concelho: Pedro Mano, medalha de Mérito Desportivo, grau Prata; João Manuel Quaresma da Silva, Medalha de Altruísmo, grau Prata; António Agostinho, medalha de Mérito Social, grau Prata; José da Silva Cabete, medalha de Mérito Social, grau Prata; Jorge Manuel Rocha Oliveira, medalha de Mérito Social, grau Prata Dourada; Vitor Manuel Gonçalves Alemão, medalha de Mérito Social, grau Prata Dourada; Susana Maria Rodrigues Oliveira Monteiro, medalha de Mérito Social, grau Prata Dourada; Jorge Manuel Bugalho da Silva, medalha de Mérito Social, grau Prata Dourada; BRUNA – Tuna Universitária da Figueira da Foz, medalha de Mérito Cultural, grau Cobre; Maria Isabel Cardoso Guardão Tavares, medalha de Mérito Cultural, grau Prata; José Alexandre de Amaral Beja da Silva, medalha de Mérito Cultural, grau Prata Dourada, a título póstumo; Cristina Isabel Carvalheiro Gomes Loureiro, medalha de Mérito Cultural, grau Prata Dourada; Mário da Silva Esteves, medalha de Mérito Comercial, grau Prata Dourada; Manuel Simões Gameiro Sisudo, medalha de Mérito Industrial, grau Prata; Rui Pedro Borges Santos, medalha de Mérito Industrial, grau Prata, a título póstumo; Carlos Alberto Pais dos Santos, medalha de Mérito Técnico/Cientifico, grau Prata Dourada; Núcleo da Figueira da Foz da Liga dos Combatentes, medalha da Cidade da Figueira da Foz, que confere o título de Cidadão Honorário; Vítor Frederico da Silva Figueiredo Pais, medalha da Cidade da Figueira da Foz, que confere o título de Cidadão Honorário; Companhia de Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz, Chave de Honra da Cidade da Figueira da Foz.