Coimbra  19 de Janeiro de 2026 | Director: Lino Vinhal

Semanário no Papel - Diário Online

 

Hélder Ribaus

Pensar Coimbra. Recentrar Coimbra. Agir Coimbra

13 de Junho 2025

Coimbra é, literalmente, o centro de Portugal. Mas há muito que deixou de se sentir no centro das decisões. É tempo de recentrar Coimbra – geograficamente, politicamente, culturalmente. Fazer do seu centro físico um centro de influência. Um centro de ideias. Um centro de futuro.

Pensar Coimbra é assumir que o tempo da resignação já não serve. Que a cidade não pode viver de glórias passadas, nem de lamentos presentes. Recentrar Coimbra é trazê-la de volta ao lugar que merece, mas não por nostalgia – por ambição cívica. É dar-lhe voz, corpo, movimento.

Agir Coimbra é convocar os que se recusam a cruzar os braços. É mobilizar quem acredita que uma cidade só se transforma com ação. E que a ação, para ser justa, tem de ser ponderada. Para ser forte, tem de ser centrada. O primeiro passo não te leva onde desejas, mas tira-te de onde estás – e esse primeiro passo, em Coimbra, tem nome e tem direção.

É aqui que a candidatura da Professora Ana Abrunhosa ganha forma e sentido. Porque Coimbra precisa de liderança, sim – mas de uma liderança equilibrada, sensata, determinada. Uma liderança que não grita para dividir, mas que fala para unir. Uma liderança como a da Ana: clara no pensamento, firme nos valores, próxima nas decisões.

E há algo que distingue verdadeiramente Ana Abrunhosa: ela não é apenas uma mulher do pensar. É uma mulher do fazer. Do realizar. Da transformação. Porque pensar bem é importante. Fazer bem, é outra coisa. E Coimbra já pensou muito. Agora, precisa de quem saiba fazer – e saiba fazer bem.

Ana Abrunhosa tem, desde sempre, este papel: o de recentrar. Rejeitando os extremos. Recusando os atalhos fáceis do populismo ou da paralisia. E esta candidatura encarna essa linha: nem à margem, nem à deriva – mas no centro. No centro do país, no centro da cidade, no centro das soluções.

Coimbra não precisa de barulho, precisa de agitação. Não a agitação do ruído, mas a do despertar. A de uma cidade que se levanta, que se revê e que se reinventa.

OBRIGADO