A nova Direcção da Associação Académica de Coimbra (AAC) tomou posse, esta segunda-feira (11), para o mandato de 2024. A lista que assume funções é a “Lista P – Por ti. Pela Académica”, que se candidatou à Direcção-Geral e Mesa da Assembleia Magna Da Associação Académica de Coimbra.
Renato Daniel, de 23 anos, presidente da Direcção-Geral, compartilhou a sua visão de liderança para este novo ciclo e realçou que “sozinhos podemos ser mais rápidos, mas juntos, não tenho dúvidas que chegaremos mais longe”.
Para Renato Daniel, os grandes desafios da Associação Académica de Coimbra (AAC) são dois e relacionam-se com financiamento e espaço. “Todos os anos somos brindados com mais secções sejam elas culturais sejam elas desportivas e acho que este é um dos grandes desafios que temos pela frente: a busca de financiamento e a procura de um espaço para albergar estas novas estruturas”, explica.
O estudante da Faculdade de Economia enfatizou ainda que o principal objectivo é “galvanizar todas as qualidades da AAC e voltar a posicioná-la na liderança do movimento associativo nacional”.
O novo presidente expressou ainda o compromisso da nova direcção em “apostar na proximidade e descentralização da AAC”.
O Candidato pela Lista P, que conseguiu 88% dos votos, faz da política uma das suas bandeiras. “Em termos políticos, acho que aquilo que se calhar mais deve mobilizar os estudantes é a democracia sem sombra de dúvidas”, acrescentando que “enquanto jovens temos um bem que hoje é dado como adquirido que é a democracia e que custou muito aos nossos antecessores”.
No que toca a eleições, o estudante considera que “a participação cívica dos estudantes” é fulcral, assumindo que “uma das coisas que gostava de ver no futuro seria a mobilização em massa” dos estudantes da AAC nos actos eleitorais internos, nacionais e europeus.
Renato Daniel revela que o posicionamento a nível europeu será uma aposta da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) e, para o efeito, será criada uma a pasta da política europeia. O responsável acredita que “temos de ter esta capacidade de perceber que a política para os jovens, para a juventude, deve ser não só direccionada à tutela portuguesa, mas cada vez mais direccionada para a Europa”.
Carolina Rama, presidente da Mesa da Assembleia Magna, junta-se a este compromisso e visão colectiva para fortalecer a relação entre a AAC e a comunidade estudantil.