A Câmara de Tábua inaugurou, esta sexta-feira (21), as novas instalações do Jardim-de-Infância de Candosa, um espaço dos Serviços Municipais de Educação, Formação e Empreendedorismo Jovem, e da Escola Profissional de Oliveira do Hospital, Tábua e Arganil (EPTOLIVA).
“Os diferentes equipamentos inaugurados são a concretização do compromisso que assumimos com Tábua e com os tabuenses, ao identificar a educação como uma das áreas prioritárias da nossa acção e que tem merecido uma especial atenção”, disse o presidente do Município de Tábua, Ricardo Cruz, aquando da inauguração das novas instalações do Jardim-de-Infância de Candosa.
A obra no Jardim-de-Infância de Candosa, orçada em cerca de 219 mil euros, apoiada pelo Programa Operacional Centro 2020, permitiu requalificar um edifício existente, dotando-o de condições para as actividades dirigidas às crianças. A funcionar há cerca de um mês, o Jardim-de-Infância conta actualmente com nove crianças.
Já as obras na Escola Básica n.º 2 de Tábua, no valor de 40 mil euros, permitiram instalar designadamente gabinetes de atendimento a encarregados de educação e de alunos, assim como instalar dentro do próprio estabelecimento o Gabinete Municipal de Educação, Formação e Empreendedorismo Jovem, a equipa multidisciplinar e ainda docentes de actividades extracurriculares de língua estrangeira.
No que diz respeito às novas instalações da EPTOLIVA, foram preparadas salas para determinadas áreas, nomeadamente de informática, inovação, multimédia e saúde. “Há aqui uma aposta muito boa do Município em proporcionar espaços de qualidade para que o ensino possa aqui acontecer, com boas condições infra-estruturais”, disse no final da visita aos três equipamentos, o ministro da Educação, João Costa.
O governante considerou que “quando falamos no futuro da educação falamos exactamente daquilo que vimos aqui”, já que a autarquia tem “uma oferta estruturada” e “muito bem pensada”.
“Falamos de uma oferta educativa que é contextualizada, é adequada às necessidades dos territórios, em que não há vias primeiras e vias segundas, em que o ensino profissional existe, porque dá resposta às necessidades das empresas, às necessidades do território, às necessidades de qualificação dos próprios jovens onde o ensino científico-humanístico existe para aqueles que vão seguir o ensino superior. E o ensino profissional existe para aqueles que vão seguir o ensino superior ou que querem entrar logo no mundo do trabalho”, acrescentou.
João Costa referiu que aquilo que existe no concelho de Tábua “é um pouco do retracto daquilo que temos por todo o país”.