A alemã FlixBus, o maior operador europeu de transporte expresso de passageiros, acaba de expandir a sua rede doméstica na região Centro do País com uma nova linha que vai ligar, já a partir de amanhã (14), Castelo Branco à cidade de Coimbra.
O preço dos bilhetes da FlixBus varia de acordo com a antecipação da compra, um pouco à semelhança do que acontece com as companhias aéreas, pelo que, quanto mais cedo se comprarem os bilhetes, mais barata é a viagem. O preço da viagem Coimbra – Castelo Branco começa nos 2,99 euros, dependendo da data de compra.
Os bilhetes já se encontram disponíveis no site e App da FlixBus. Para além de estarem disponíveis online, em www.flixbus.pt, e na App (disponível para IOS e Android), os bilhetes podem ser adquiridos directamente ao motorista, no próprio autocarro, e também em agências de viagens, quiosques ou tabacarias.
A rede da FlixBus em Portugal cobre, actualmente, mais de 150 destinos, com linhas nacionais e internacionais a ligarem cidades como Lisboa, Porto, Braga e Coimbra a países como Espanha, França, Alemanha, Luxemburgo, Suíça e Bélgica.
Com informação, em tempo real, sobre a localização do autocarro ou eventuais atrasos, a FlixBus trouxe para Portugal uma nova experiência nas viagens de autocarro expresso.
“O nosso objectivo é cobrir o país de Norte a Sul, e não só no Litoral, mas também no Interior. Continuamos a expandir a nossa rede em Portugal, e a levar os nossos autocarros a cada mais cidades e vilas portuguesas, indo ao encontro das necessidades daqueles que privilegiam este meio de transporte, também para dar resposta ao aumento da procura que se tem sentido ao longo dos últimos meses”, afirma Pablo Pastega, director geral da FlixBus para Portugal e Espanha.
De acordo com a FlixBus, para além da expansão da rede, a FlixBus está também a trabalhar na melhoria de alguns dos pontos de paragem, sobretudo aqueles que não oferecem condições mínimas de conforto aos passageiros, como é o caso de Coimbra. “Queremos crescer em quantidade, mas também em qualidade. Queremos disponibilizar aos nossos passageiros paragens com uma localização acessível e segura, e um abrigo para a chuva e frio. É o mínimo que lhe podemos oferecer. Isto quando não é possível parar nos terminais, obviamente. Mas isso não está nas nossas mãos, e é algo que estamos empenhados em resolver, mas que no caso de Coimbra ainda não tivemos qualquer resposta por parte da autarquia”, defende Pablo Pastega.