A Direcção Regional de Cultura do Centro (DRCC) já terminou duas obras e até Janeiro de 2023 vai concluir mais três empreitadas. O investimento total destas cinco obras é de mais de 2,6 milhões de euros.
A DRCC deu por concluída, em Julho, a obra de requalificação da Sé Nova, em Coimbra, no valor cerca de meio milhão de euros, e terminou, em Junho, as reparações das coberturas e restauro do claustro do Mosteiro de Celas, no valor de quase 340 mil euros, revelou hoje (16), a directora Regional de Cultura do Centro, Suzana Menezes.
Até ao final de Janeiro de 2023, estão previstas as conclusões de mais três obras. A empreitada de reabilitação e estabilização do Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão, em Mangualde, no distrito de Viseu, no valor de cerca de 670 mil euros ficará concluída até final deste ano. “Esta obra permite também devolver ao usufruto público um monumento que não tem estado disponível por falta de segurança”, frisou.
Com base num protocolo que foi estabelecido entre a DRCC e o Município de Mangualde será feita uma pequena exposição de longa duração para interpretar todo aquele núcleo monumental.
A Câmara comprometeu-se a inscrever este monumento nos roteiros turísticos e cultuais de Mangualde.
Suzana Menezes espera que a DRCC tenha, até Janeiro, condições para reabrir a ruína do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, apesar de, ao longo de toda obra, terem sido desenvolvidas iniciativas que permitiram ao público usufruir do monumento.
O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha recebeu obras de conservação no valor de cerca de 730 mil euros. Após a colocação das bombas no Mosteiro faltava abrir o concurso para a colocação dos elevadores, sendo que esse procedimento foi aberto esta semana.
“Estamos a falar de um monumento [Mosteiro de Santa Clara-a-Velha] que está previsto recuperar, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), na componente de cultura e que, felizmente, vai ter ainda um investimento superior 1,8 milhões de euros (mais IVA), para a recuperação, agora, do centro interpretativo”, adiantou Suzana Menezes.
Relativamente à empreitada de Igreja do Carmo, também na cidade de Coimbra, no valor de 250 mil euros, trata-se de uma intervenção que estará concluída até Janeiro do próximo ano.
Esta igreja esteve fechada por razões de segurança e, por isso, foi desenvolvida uma obra para a consolidação da abóbada de suporte do coro alto, estando previsto em Janeiro do próximo ano a sua reabertura ao público.