Desta onda de calor intenso e desta seca que nunca mais acaba muito se tem falado nos últimos meses. Não é apenas o bem-estar das pessoas que está em causa. São também os recursos que começam a escassear e cada vez em dimensão mais acentuada. Os rios transformam-se em regatos e muitos deles deixam-se atravessar a pé (acontece no próprio Tejo); as fontes secam e deixam de ter água; os poços e minas vêem-se reduzidos a dimensões mínimas. Os produtos agrícolas não se desenvolvem, alguns nem sequer nascem e os que nas cem não se desenvolvem.
Artigo para ler, amanhã, na versão impressa do “Campeão das Províncias”.