Escolas da Figueira da Foz receberam, ontem (12), numa cerimónia nacional, cinco distinções Selo Protector por acções desenvolvidas, tornando o concelho o mais premiado do país.
As iniciativas foram desenvolvidas no Agrupamento de Escolas Figueira Mar e Figueira Norte, na Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Escola Profissional da Figueira da Foz e no Instituto Tecnológico e Profissional da Figueira da Foz (INTEP).
“A Figueira da Foz foi o concelho com mais escolas premiadas e por isso é que a escolhemos como um grande exemplo a ser seguido no país e a escolhemos também para receber a cerimónia”, afirmou a presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ), Rosário Farmhouse.
A dirigente adiantou ainda que o Selo Protector “vem ajudar a colocar o foco na prevenção e na preocupação do risco e do perigo” e que é atribuído a entidades que tenham “políticas pro-activas” no que diz respeito aos maus tratos nas crianças e jovens.
O presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Carlos Monteiro, referiu que se sente “orgulhoso” e que a distinção reflecte o “esforço que tem sido feito para a equidade entre todos”.
Não obstante, acrescentou que os dois restantes agrupamentos “também reúnem as condições necessárias” para serem distinguidos com o Selo Protector e que se podem candidatar para esse mesmo efeito.
“Temos um projecto para todos, não queremos que ninguém, nunca, fique para trás”, salientou o autarca, ao agradecer o trabalho realizado pelas várias entidades em prol dos mais desfavorecidos.
Tendo salientado que para a autarquia “os Direitos Humanos são importantes, assim como a igualdade de oportunidades”, Carlos Monteiro disse ainda que a distinção reflecte também a “preocupação que a educação” representa no orçamento da Câmara Municipal, que, este ano, corresponde a 14 milhões de euros, de um total de 70 milhões.