Condeixa: Segurança Social dotada de novas instalações

O Serviço Local da Segurança Social de Condeixa-a-Nova conta, a partir de hoje (dia 18), com novas instalações.

 

O novo espaço, na rua dos Combatentes da Grande Guerra, resulta de um protocolo assinado, no dia 1 de Agosto, entre o presidente cessante da Câmara Municipal de Condeixa, Jorge Bento, e o director do Centro Distrital de Coimbra da Segurança Social, Ramiro Miranda.

O município cede parte do edifício anexo ao antigo Tribunal de Condeixa ao Instituto da Segurança Social, por um período de dez anos.

As obras de requalificação das novas instalações, a cargo da edilidade, custaram cerca de 150 000 euros.

Este acordo permite melhorar a comodidade para os cidadãos, uma vez que o Serviço Local da Segurança Social passa a funcionar no mesmo espaço que concentra os serviços de Acção Social da Câmara, permitindo tratar do maior número de assuntos e diminuir o tempo das deslocações entre diferentes serviços. Fica ainda reforçada a ligação com a Rede Social concelhia, da qual a Segurança Social faz parte enquanto parceira.

“Este é um dos melhores serviços da Segurança Social no país”, elogiou Ramiro Miranda, sublinhando que a obra permite uma relação de proximidade, que muito presa, entre os utentes e o serviço. “Temos o dever de servir o melhor possível as populações”, disse o director do Centro Distrital de Coimbra da Segurança Social.

“O desejo de mudar de instalações para melhorarmos o serviço já era antigo e concordamos que a Câmara seria uma entidade fundamental para concretizarmos essa vontade. Tenho Jorge Bento como um gestor e um humanista e essas caraterísticas mais uma vez se vieram a revelar-se ao colocar os superiores interesses da população de Condeixa em primeiro lugar”, acrescentou.

A inauguração coincidiu com o último dia de presidência Jorge Bento que se mostrou realizado com o facto de “fechar o mandato com uma obra de serviço público, colocando ao serviço das pessoas umas instalações de grande qualidade”.

Jorge Bento recusou assumir os louros deste acordo bem sucedido, considerando que “o dinheiro da Câmara vem do mesmo sítio de onde vem o da Segurança Social, ou seja, dos impostos dos portugueses”. “Nessa medida, não existem aqui capelas nem vontades contraditórias, o que existe é o dever de melhor servir as populações”, concluiu.

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