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Orçamento de Góis para 2018 ascende a 13 milhões de euros

13 de Dezembro 2017

O orçamento do Município de Góis para 2018 ronda os 13 milhões de euros e foi aprovado pelo executivo com dois votos a favor do PS, que lidera a Câmara em maioria relativa, foi, hoje, anunciado.

Uma fonte da Câmara de Góis, liderada por Lurdes Castanheira, disse à agência Lusa que “o investimento com mais peso” é a construção do Parque Municipal, onde serão instalados “todos os serviços externos” da autarquia, orçado em 700 000 euros.

A obra será realizada pelo Município, “sem qualquer apoio”, e num mesmo espaço “permitirá acolher armazém, oficinas, carpintaria, refeitório para os trabalhadores, serviço de higiene e segurança no trabalho, medicina do trabalho, parque para toda a frota automóvel e máquinas” da edilidade.

Segundo fonte do gabinete de Lurdes Castanheira, o orçamento, tal como as Grandes Opções do Plano, foi aprovado com votos a favor da presidente e do vice-presidente do executivo, Mário Garcia, eleitos pelo PS, e três abstenções, do PSD e dos dois vereadores independentes.

“O orçamento municipal é de cerca de 12,7 milhões de euros; as receitas do Orçamento do Estado, Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF) e fundos comunitários totalizam 9,9 milhões de euros”, adiantou. Já a receita própria da autarquia será “na ordem dos 2,7 milhões de euros”.

“É o ano com o maior orçamento” da última década e com “o maior compromisso no que respeita à execução de investimentos financiados”, assinala a mesma fonte.

Em 2018, “retoma-se a normalidade” na gestão municipal, referiu a fonte, recordando que a Câmara de Góis está “há dois anos sem orçamento aprovado”, já que a oposição (dois vereadores de um grupo independente) e o ex-PS José Rodrigues «chumbaram» o documento por mais de uma vez. “Foram 730 dias de dificuldades superadas por muita resiliência”, acrescentou.

O PSD, que não concorreu nas autárquicas de 2013, elegeu um vereador nas eleições de 01 de Outubro [de 2017], enquanto José Rodrigues se apresentou a sufrágio numa lista independente, a qual ficou em segundo lugar e com dois mandatos no executivo camarário.

Para poderem entrar em vigor, o orçamento e as grandes opções do plano da Câmara de Góis carecem da aprovação, ainda em Dezembro, da Assembleia Municipal, onde o PS também só desfruta de maioria relativa.

 

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