Coimbra  24 de Agosto de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Coimbra: Cândido Ferreira revela bastidores da Medicina

4 de Abril 2019

“Nos Bastidores da Medicina – reflexões autobiográficas que nunca pensei escrever” é o livro do médico Cândido Ferreira que vai ser lançado, no próximo dia 17, em Coimbra, data escolhida propositadamente porque assinala os 50 anos da crise académica desencadeada a 17 de Abril de 1969.

O palco da apresentação deste novo livro será a sala Miguel Torga da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (avenida de Afonso Henriques), pelas 18h00, contando com intervenções do autor, Cândido Ferreira, de Carlos Cortes, o presidente da SRCOM, de Diogo Cabrita, cirurgião e escritor, de Júlio Leite, cirurgião e professor catedrático jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, e de Vasco Pereira da Costa, escritor e artista plástico.

O novo livro é uma autobiografia que aborda casos reais da actividade médica e cívica do autor, integrando, ainda, alguns artigos de opinião e intervenções públicas em que se desdobrou.

Conforme é descrita a obra, “através de uma escrita fluída, pejada de humor e de crítica mordaz, sem medo de expressar a sua opinião e de usar remates estilísticos de minúcia e ornamentos de filigrana, Cândido Ferreira mostra-nos o seu percurso de vida com ‘casos dignos de relato’ com que se confrontou, ao longo de mais de quatro décadas”.

“São histórias com gente dentro, que não descuram as vertentes humanistas e didácticas presentes em toda a sua obra e que, ao mesmo tempo, sensibilizam o leitor para os sempre renovados caminhos no exercício da Medicina”, num livro com chancela da Minerva/Coimbra e que possui 380 páginas.

Médico nefrologista e cidadão preocupado com a causa pública, Cândido Ferreira, natural de Febres (Cantanhede), dedicou-se durante mais de 40 anos à Medicina, é um escritor com uma vasta obra e tem várias intervenções na esfera política, a última das quais foi a candidatura à Presidência da República.

Cândido Ferreira multiplicou-se, também, em inúmeras iniciativas nas áreas cultural, social, cívica, associativa e autárquica, estando neste momento a criar múltiplos núcleos museológicos, em todo o espaço da lusofonia, que integrarão as 900 000 peças que reuniu, estudou e preservou ao longo da sua vida.

 

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